domingo, 8 de julho de 2012
quarta-feira, 6 de abril de 2011
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Rejeição
Era noite, a família se reunia ao redor das chamas da lareira, o menino sentava ao colo de seu avô enquanto descansavam após a refeição.
"Vô, você se lembra de quando tinha minha idade?"
"Sim, lembro-me por entre leves brumas de incerteza, mas me lembro."
"Eras parecido comigo?"
"Ah, sim! Em quase todo aspecto!"
"E porque agora somos tão diferentes, não queria ser como eu?"
"Sabe neto, acontece que a maior parte do tempo nós vemos o passado com olhos de quem não passou, muitíssimas vezes renegamos nossas raízes e não entendemos que nossos erros passados fazem parte de quem nós somos."
"Entendo, mas então porquê não me conta uma história? Como gente grande?"
"Ora, conte-me você."
Com essas palavras, viram-se frente a frente: De igual para igual.
"Vô, você se lembra de quando tinha minha idade?"
"Sim, lembro-me por entre leves brumas de incerteza, mas me lembro."
"Eras parecido comigo?"
"Ah, sim! Em quase todo aspecto!"
"E porque agora somos tão diferentes, não queria ser como eu?"
"Sabe neto, acontece que a maior parte do tempo nós vemos o passado com olhos de quem não passou, muitíssimas vezes renegamos nossas raízes e não entendemos que nossos erros passados fazem parte de quem nós somos."
"Entendo, mas então porquê não me conta uma história? Como gente grande?"
"Ora, conte-me você."
Com essas palavras, viram-se frente a frente: De igual para igual.
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
A algum tempo atrás perdi meu contato com a realidade, as únicas cordas que me sustentam em um plano material são as de minha guitarra e a única batida de meu coração está em um bumbo de 22'. Seus timbres já não importam mais, a muito tempo atrás perdi essa sensibilidade, agora, de maneira tenue e simples teço os fios de meu destino, simples e misteriosos, os mesmos que me mantém suspensos, em contado a irreal materialidade e a prática imaginação.
segunda-feira, 17 de maio de 2010
sábado, 27 de fevereiro de 2010
"Morrer é uma arte como qualquer outra."
O autor segue o fio de pano deixado por sua Ariadne, aquela que vai levar ele ao fim do seu labirinto, ou ao centro dele.
A pergunta é: Porque o autor em questão seguiria esse fio, se o que vai encontrar no centro de seu labirinto interior é um monstro com o qual ele dificilmente vai saber lidar?
E quando o caminho que leva a sua Ariadne é comprido, talvez até demais?
Vamos supor que nosso "herói" se encontra na exata metade do seu caminho. Qual seria a melhor escolha então, diante dessas condições e outras? Voltar ao que era antes ou seguir em frente e confrontar essa besta interior?
O autor segue o fio de pano deixado por sua Ariadne, aquela que vai levar ele ao fim do seu labirinto, ou ao centro dele.
A pergunta é: Porque o autor em questão seguiria esse fio, se o que vai encontrar no centro de seu labirinto interior é um monstro com o qual ele dificilmente vai saber lidar?
E quando o caminho que leva a sua Ariadne é comprido, talvez até demais?
Vamos supor que nosso "herói" se encontra na exata metade do seu caminho. Qual seria a melhor escolha então, diante dessas condições e outras? Voltar ao que era antes ou seguir em frente e confrontar essa besta interior?
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