sábado, 27 de fevereiro de 2010

"Morrer é uma arte como qualquer outra."
O autor segue o fio de pano deixado por sua Ariadne, aquela que vai levar ele ao fim do seu labirinto, ou ao centro dele.
A pergunta é: Porque o autor em questão seguiria esse fio, se o que vai encontrar no centro de seu labirinto interior é um monstro com o qual ele dificilmente vai saber lidar?
E quando o caminho que leva a sua Ariadne é comprido, talvez até demais?

Vamos supor que nosso "herói" se encontra na exata metade do seu caminho. Qual seria a melhor escolha então, diante dessas condições e outras? Voltar ao que era antes ou seguir em frente e confrontar essa besta interior?