segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
A algum tempo atrás perdi meu contato com a realidade, as únicas cordas que me sustentam em um plano material são as de minha guitarra e a única batida de meu coração está em um bumbo de 22'. Seus timbres já não importam mais, a muito tempo atrás perdi essa sensibilidade, agora, de maneira tenue e simples teço os fios de meu destino, simples e misteriosos, os mesmos que me mantém suspensos, em contado a irreal materialidade e a prática imaginação.
segunda-feira, 17 de maio de 2010
sábado, 27 de fevereiro de 2010
"Morrer é uma arte como qualquer outra."
O autor segue o fio de pano deixado por sua Ariadne, aquela que vai levar ele ao fim do seu labirinto, ou ao centro dele.
A pergunta é: Porque o autor em questão seguiria esse fio, se o que vai encontrar no centro de seu labirinto interior é um monstro com o qual ele dificilmente vai saber lidar?
E quando o caminho que leva a sua Ariadne é comprido, talvez até demais?
Vamos supor que nosso "herói" se encontra na exata metade do seu caminho. Qual seria a melhor escolha então, diante dessas condições e outras? Voltar ao que era antes ou seguir em frente e confrontar essa besta interior?
O autor segue o fio de pano deixado por sua Ariadne, aquela que vai levar ele ao fim do seu labirinto, ou ao centro dele.
A pergunta é: Porque o autor em questão seguiria esse fio, se o que vai encontrar no centro de seu labirinto interior é um monstro com o qual ele dificilmente vai saber lidar?
E quando o caminho que leva a sua Ariadne é comprido, talvez até demais?
Vamos supor que nosso "herói" se encontra na exata metade do seu caminho. Qual seria a melhor escolha então, diante dessas condições e outras? Voltar ao que era antes ou seguir em frente e confrontar essa besta interior?
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