sábado, 27 de fevereiro de 2010

"Morrer é uma arte como qualquer outra."
O autor segue o fio de pano deixado por sua Ariadne, aquela que vai levar ele ao fim do seu labirinto, ou ao centro dele.
A pergunta é: Porque o autor em questão seguiria esse fio, se o que vai encontrar no centro de seu labirinto interior é um monstro com o qual ele dificilmente vai saber lidar?
E quando o caminho que leva a sua Ariadne é comprido, talvez até demais?

Vamos supor que nosso "herói" se encontra na exata metade do seu caminho. Qual seria a melhor escolha então, diante dessas condições e outras? Voltar ao que era antes ou seguir em frente e confrontar essa besta interior?

Um comentário:

  1. Olá, meu velho. Como vão as coisas? Só agora pude visitar seu blog e, a partir de agora, vou segui-lo, implacavelmente. Gostei de seus conteúdos e gostaria de fazer um brevíssimo comentário a respeito desse texto: labirinto, Ariadne etc. Por que seguir o fio, se o final é o encontro com o monstro? Por isso mesmo. Se há monstros, nós os criamos. Na verdade, não há nada fora de nós. Só há o sujeito cósmico, atuando numa grande sala de cenários tridimensionalizados, em busca de emoções e de experiências. Somos Deus experimentando a Si mesmo. Este é o sentido de viver.
    Continue perguntando.
    Abraço carinhoso.

    Fernão Gomes.

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